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terça-feira, 15 de maio de 2012

Se o Superman é de aço , como ele consegue se mover normalmente?


 

Como é incoerente e contraditória a mitologia judaica/cristã não é mesmo?


Mas isto é absolutamente normal , afinal ... qual MITOLOGIA precisa ser coerente? Tudo não passa de ficção mesmo , não é verdade?


Lembre-se de uma coisa ... , o que hoje chamamos de MITOLOGIA , num passado não muito distante era classificado pomposamente como RELIGIÃO.



Aliás , você já reparou que a maioria dos religiosos , nos dias de hoje , classificam a religião alheia como MITOLOGIA ???

Isto me faz lembrar das histórias em quadrinhos dos super heróis , onde o autor faz o que bem entende e os , digamos , furos nas histórias não são relevantes , pois SABEMOS que tudo não passa de FANTASIA. 

Por isso não encaramos com estranheza o "fato" do super homem ser de aço. Logicamente , não nos surge uma dúvida cruel do tipo , "como que ele é de aço e consegue se mover normalmente?"


Simplesmente , a maioria das pessoas não perderão tempo com isso , salvo os  aficionados por quadrinhos , como eu por exemplo rsrsrs.


As pessoas simplesmente IGNORAM essa INCOERÊNCIA na estória do homem de aço ... ,  pois como já disse ... tudo não passa de MENTIRAS para nos divertirmos , logo os personagens e até mesmo a história não precisam ser coerentes.

Mas o que é engraçado e incrível , é que na religião judaica/cristã a coisa funciona da mesma maneira que nos quadrinhos , ou seja , existem furos , contradições e incoerências gritantes , mas que as pessoas religiosas fazem de tudo para camuflar , para esconder as falhas das estórias religiosas.

Elas não querem admitir que o cristianismo é tão verdadeiro quanto a mitologia grega ou nórdica , ou as estórias do Homem Aranha.

O que leva seres humanos inteligentes a fazerem verdadeiros malabarismos psicológicos para defenderem suas estórias religiosas e seus DOGMAS?

Talvez seja a ...

A  incontrolável necessidade de ACREDITAR. 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Agnosticismo - Será que o Homem Aranha Existe?




Até onde podemos entender o comportamento humano , deus ou Deus , tanto faz , é um conceito , um pensamento , uma "resposta" para aquilo que não entendemos.

Quando olhamos para um céu gigantesco e iluminado por zilhões de estrelas , o caminho mais curto e aparentemente , mais "racional" naquele momento é pensar :

"Cacete ... isso só pode ser obra de um deus."

Beleza , até que esta ideia é perfeitamente aceitável , tem momentos que eu até acredito nisso (ninguém é perfeito né rsrsrs) , agora entre este pensamento inocente e a mega estrutura e histórinhas infantis que nos empurraram goela abaixo desde  a infância , de mula e cobra falantes , todos os animais da terra dentro de um barquinho , de um deus que criou o universo e diz que tá cansado , de um deus que é onisciente e se arrepende , se ira , se comove , tem sentimentos que só humanos podem ter , existe um abismo enooooorme , e ...poxa vida ... , ai fica difícil de digerir estas idéias não é verdade?

Eu , por algum tempo , pensei assim:

"Poxa , pode ser que as historietas bíblicas são apenas parábolas , sim todas elas são parábolas".

Só que ai tem outro problema , se elas são parábolas , que diferença tem então a bíblia e o gibi do Homem Aranha?

Simplesmente NENHUMA , ou quase nenhuma pois as duas obras literárias são mera ficção , a diferença é que com relação ao gibi do Homem Aranha , ninguém fica debruçado em cima dele tentando entender o que o Stan Lee queria dizer com determinada frase que usou pra contar a história , apesar que para os mais aficcionados por quadrinhos , um gibi do Homem Aranha é quase que um livro "sagrado" rsrsrs.

Ninguém vai a televisão ou as ruas tentar fazer com que as pessoas acreditem que o Homem Aranha é um ser real e se importa conosco.

Ninguém quer implantar em escolas , aulas de Homem Aranhismo , e ensinar aos nossos filhos que o Aracnídeo é um super herói real e quer o nosso bem estar.

Ninguém arrecada DOAÇÕES de pessoas para construirem templos ao Homem Aranha , enfim , as pessoas são LIVRES para acreditarem ou não sobre a existência do nosso herói Cabeça de Teia.

Por isso entre a bíblia e um gibi do Homem Aranha , prefiro mil vezes o Gibi é claro , e você?

domingo, 31 de julho de 2011

A Educação está no Gibi.




A educação está no Gibi

Houve um tempo em que histórias em quadrinhos só entravam na escola se fossem escondidas no meio de um livro. E outro no qual “especialistas” do Ministério da Educação afirmavam que as HQs causavam “lerdeza mental”. Nos dias de hoje, porém, pesquisas indicam que a simples leitura de quadrinhos melhora a proficiência de alunos e, mais ainda, se bem utilizadas, elas podem ser uma forte aliada do professor em sala de aula. É o que defende – e explica como fazer – o cartunista e mestre em Educação DJota Carvalho, em A educação está no gibi, livro publicado pela Papirus Editora.
DJota, que também foi professor de Teoria da Comunicação na PUC-Campinas - nas graduações de Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas - e ministra palestras sobre como utilizar quadrinhos há mais de uma década no projeto Correio Escola, conta no livro não só como o professor pode utilizar diretamente as HQs nas mais diversas disciplinas, como também faz uma mini-oficina ilustrada com dicas para produzir uma história em quadrinhos como trabalho multidisciplinar.

“É possível usar Mônica e Cebolinha pra ensinar matemática, Super-heróis para Física e Química, quadrinhos Disney e Asterix para história, Xaxado e Príncipe Valente para geografia...não há limites. Na verdade, a única disciplina para a qual não achei uma forma de contribuir com as HQs é Educação Física. Por enquanto”, diz o autor.


Primeira página da HQ de apresentação, desenhada por Bira Dantas
A educação está no gibi tem prefácio de Fernando Gonsales, autor da tira Níquel Náusea, e a apresentação do livro é uma história em quadrinhos de quatro páginas, desenhada pelo premiado cartunista Bira Dantas.
"O Bira colocou tantos detalhes e personagens de quadrinhos nos cenários da HQ que só ela já vale o livro", diz DJota.

A obra tem sete capítulos, todos ricamente ilustrados, nos quais DJota primeiro explica um pouco sobre diferenças entre as artes gráficas (charge, cartum, HQs, tiras e caricaturas), depois fala sobre a história da HQ no Brasil e no mundo e, ainda, faz um histórico da conturbada relação entre HQs e educação no país.

“Achei importante contextualizar um pouco, para que o professor não caia de pára-quedas na história. Por isso mesmo, antes de entrar nos exercícios específicos, ainda falo um pouco sobre mangás, os quadrinhos japoneses que hoje em dia assustam muitos pais e educadores, e já ensino a fazer um exercício de português e estudo do folclore usando Dragon Ball, o mais popular dos desenhos do oriente”, conta.


Pato Donald como vítima do nazismo: quadrinhos refletem períodos da história e foram utilizados como armas de comunicação em diversas épocasIsso feito, o autor descreve vários exercícios utilizando HQs em matemática, português, física, biologia, inglês, química, literatura, geografia e história. Em geral, os exercícios propõe usar quadrinhos para explicar determinados conteúdos ou então mostrar como eles se inseriram em certos períodos e situações.

“São dois ou três exercícios por disciplina, às vezes mais. Há exemplos para uso no ensino infantil, fundamental e médio,e o professor pode fazer suas próprias adaptações ou até mesmo pedir ajuda, pelo e-mail disponibilizado no livro”, diz.

Por fim, no último capítulo, o autor dá dicas básicas, todas ilustradas, para professores e alunos produzirem histórias e até montarem um fanzine em sala, como atividade multidisciplinar. "Muitos professores tentam produzir uma história com os alunos em sala, mas sempre se defrontam com os mesmos problemas, como textos que não cabem em balões e a dificuldade em desenhar os quadrinhos, por exemplo. Por isso inclui uma mini-oficina no livro, para mostrar como superar estes problemas e transformar a atividade de fazer HQs em algo mais simples e divertido, mas ao mesmo tempo rico em conteúdo escolar”, diz.

Para DJota, as HQs são uma mídia atraente, financeiramente acessível e fácil de usar. "Tem gente que acha que quadrinhos são coisa de criança, mas eles são muito mais do que isso: são uma forma eficiente de melhorar o ensino e a relação professor/aluno”, conclui. O livro foi publicado pela Papirus Editora, tem 112 páginas.

Fonte : Mundo HQ